Previsão / Copa do Mundo 2026
Previsão da Copa do Mundo 2026: Quem Vai Ganhar?
Copa do Mundo 2026 · Previsão
Quem vai ganhar a copa do mundo de 2026? Da Argentina defensora ao Brasil no continente americano, da França de Mbappé à Espanha de Yamal — analisamos todos os candidatos ao título.
A Copa do Mundo 2026 começa em 11 de junho com 48 seleções distribuídas em 16 grupos nos Estados Unidos, Canadá e México. Com o maior campo da história e 104 partidas, esta é a previsão mais difícil que já existiu para um Mundial. Mas os candidatos ao título se destacam — e esta análise cobre cada um deles.

Argentina — A Campeã Defensora com Messi
A Argentina é a campeã vigente e chega ao torneio com o elenco mais experiente do campo. Lionel Messi, que completará 38 anos durante o torneio, é o capitão e o centro emocional da equipe de Lionel Scaloni. O sistema tático argentino evoluiu além da dependência individual de Messi — Julián Álvarez, Lautaro Martínez e Rodrigo De Paul formam um núcleo que pode vencer sem que Messi esteja no seu melhor. Mas com ele perto de seu melhor, a Argentina é a favorita número um. O Grupo J, com Áustria, Argélia e Jordânia, é gerenciável. O verdadeiro teste vem na fase eliminatória — e é aí que a Argentina demonstrou, no Qatar 2022, que sabe como vencer quando a pressão é máxima.
A Argentina é a campeã vigente e chega ao torneio com o elenco mais experiente do campo. Lionel Messi, que completará 38 anos durante o torneio, é o capitão e o centro emocional da equipe de Lionel Scaloni. O sistema tático argentino evoluiu além da dependência individual de Messi — Julián Álvarez, Lautaro Martínez e Rodrigo De Paul formam um núcleo que pode vencer sem que Messi esteja no seu melhor. Mas com ele perto de seu melhor, a Argentina é a favorita número um. O Grupo J, com Áustria, Argélia e Jordânia, é gerenciável. O verdadeiro teste vem na fase eliminatória — e é aí que a Argentina demonstrou, no Qatar 2022, que sabe como vencer quando a pressão é máxima.
Brasil — Em Casa no Continente, com Vinicius Jr. e Endrick
O Brasil joga no continente americano pela primeira vez em uma Copa do Mundo desde 1994, o que acrescenta uma camada de pressão e expectativa que a torcida brasileira conhece bem. A geração liderada por Vinicius Jr. no auge de sua carreira no Real Madrid é tecnicamente a mais talentosa que o Brasil tem lançado em décadas. Endrick, que chegou ao futebol europeu como grande promessa, terá seu primeiro grande teste em uma Copa do Mundo sênior. A grande interrogação é Neymar: sua disponibilidade e estado físico após uma longa série de lesões determinará em parte o teto desta seleção. O Brasil está no Grupo C com Marrocos, Escócia e Haiti — uma chave que o Brasil deve liderar. O caminho depois disso é onde a Copa será decidida para o pentacampeão.
O Brasil joga no continente americano pela primeira vez em uma Copa do Mundo desde 1994, o que acrescenta uma camada de pressão e expectativa que a torcida brasileira conhece bem. A geração liderada por Vinicius Jr. no auge de sua carreira no Real Madrid é tecnicamente a mais talentosa que o Brasil tem lançado em décadas. Endrick, que chegou ao futebol europeu como grande promessa, terá seu primeiro grande teste em uma Copa do Mundo sênior. A grande interrogação é Neymar: sua disponibilidade e estado físico após uma longa série de lesões determinará em parte o teto desta seleção. O Brasil está no Grupo C com Marrocos, Escócia e Haiti — uma chave que o Brasil deve liderar. O caminho depois disso é onde a Copa será decidida para o pentacampeão.

França — Mbappé no Auge
A França entra no torneio com talvez o maior perfil de talento individual de qualquer seleção. Kylian Mbappé, que chega a esta Copa com plena maturidade no Real Madrid após anos de crescimento na Ligue 1, é o favorito individual para o Bola de Ouro do torneio. A profundidade da seleção francesa em todas as posições é a melhor do campo — da defesa ao ataque, poucos países têm a mesma qualidade de segundo e terceiro nome. O Grupo I coloca a França com Senegal, Noruega e Iraque. A seleção deve passar com facilidade. Na fase eliminatória, a França tem o histórico de transformar talentos individuais em triunfos coletivos — e com Mbappé no auge, esta pode ser a Copa onde finalmente repetem 1998.
A França entra no torneio com talvez o maior perfil de talento individual de qualquer seleção. Kylian Mbappé, que chega a esta Copa com plena maturidade no Real Madrid após anos de crescimento na Ligue 1, é o favorito individual para o Bola de Ouro do torneio. A profundidade da seleção francesa em todas as posições é a melhor do campo — da defesa ao ataque, poucos países têm a mesma qualidade de segundo e terceiro nome. O Grupo I coloca a França com Senegal, Noruega e Iraque. A seleção deve passar com facilidade. Na fase eliminatória, a França tem o histórico de transformar talentos individuais em triunfos coletivos — e com Mbappé no auge, esta pode ser a Copa onde finalmente repetem 1998.
Inglaterra — Kane, Bellingham e a Geração que Espera
A Inglaterra chega ao torneio com o elenco mais talentoso de sua história recente. Harry Kane, após anos de classe mundial no Tottenham e agora no Bayern de Munique, busca finalmente vencer um título com a seleção. Jude Bellingham, um dos melhores meio-campistas do mundo com apenas 22 anos, oferece a liga entre defesa e ataque que as seleções inglesas anteriores raramente tiveram. O Grupo L com Croácia, Panamá e Gana é jogável. A narrativa da Inglaterra em grandes torneios é sempre a mesma — mas com esta geração, os argumentos para uma virada histórica são mais sólidos do que nunca.
A Inglaterra chega ao torneio com o elenco mais talentoso de sua história recente. Harry Kane, após anos de classe mundial no Tottenham e agora no Bayern de Munique, busca finalmente vencer um título com a seleção. Jude Bellingham, um dos melhores meio-campistas do mundo com apenas 22 anos, oferece a liga entre defesa e ataque que as seleções inglesas anteriores raramente tiveram. O Grupo L com Croácia, Panamá e Gana é jogável. A narrativa da Inglaterra em grandes torneios é sempre a mesma — mas com esta geração, os argumentos para uma virada histórica são mais sólidos do que nunca.
Espanha — Yamal, Pedri e o Modelo Técnico
A Espanha é a atual campeã europeia e chega com uma das identidades táticas mais coerentes do futebol mundial. Lamine Yamal, que surpreendeu o mundo na Eurocopa com apenas 17 anos, chegará à Copa com mais experiência e com expectativas ainda maiores. Pedri, quando disponível, é um dos melhores criadores do futebol mundial. O modelo técnico espanhol — baseado em posse, pressão e transições rápidas — produziu quatro grandes títulos em doze anos. O Grupo H com Uruguai, Arábia Saudita e Cabo Verde representa um desafio inicial, especialmente o duelo sul-americano contra o Uruguai. Mas a Espanha tem os mecanismos para vencer títulos em torneios longos.
A Espanha é a atual campeã europeia e chega com uma das identidades táticas mais coerentes do futebol mundial. Lamine Yamal, que surpreendeu o mundo na Eurocopa com apenas 17 anos, chegará à Copa com mais experiência e com expectativas ainda maiores. Pedri, quando disponível, é um dos melhores criadores do futebol mundial. O modelo técnico espanhol — baseado em posse, pressão e transições rápidas — produziu quatro grandes títulos em doze anos. O Grupo H com Uruguai, Arábia Saudita e Cabo Verde representa um desafio inicial, especialmente o duelo sul-americano contra o Uruguai. Mas a Espanha tem os mecanismos para vencer títulos em torneios longos.
Alemanha — Reinvenção e Ambição
A Alemanha chega ao torneio após anos de reconstrução após o trauma do Qatar 2022. Uma nova geração de jogadores formados nos melhores clubes europeus oferece ao técnico a possibilidade de um sistema mais dinâmico. A Alemanha não vence uma Copa do Mundo desde 2014, o que cria uma motivação institucional para este torneio. Está no Grupo E com Equador, Costa do Marfim e Curaçao — um caminho que deve cumprir.
A Alemanha chega ao torneio após anos de reconstrução após o trauma do Qatar 2022. Uma nova geração de jogadores formados nos melhores clubes europeus oferece ao técnico a possibilidade de um sistema mais dinâmico. A Alemanha não vence uma Copa do Mundo desde 2014, o que cria uma motivação institucional para este torneio. Está no Grupo E com Equador, Costa do Marfim e Curaçao — um caminho que deve cumprir.
Portugal — Ronaldo e a Transição Geracional
Portugal chega com Cristiano Ronaldo, que estará com 41 anos durante o torneio, provavelmente em seu último Mundial. A questão é se Ronaldo ainda é um titular regular ou se a seleção transitou para a próxima geração liderada por Bernardo Silva, Bruno Fernandes e Rafael Leão. O Grupo K com Colômbia, Uzbequistão e Rep. Dem. do Congo oferece espaço para avançar. No sorteio eliminatório, Portugal tem o talento para chegar longe — mas vencer o título requer a peça de coesão que as seleções portuguesas mais talentosas historicamente faltou.
Portugal chega com Cristiano Ronaldo, que estará com 41 anos durante o torneio, provavelmente em seu último Mundial. A questão é se Ronaldo ainda é um titular regular ou se a seleção transitou para a próxima geração liderada por Bernardo Silva, Bruno Fernandes e Rafael Leão. O Grupo K com Colômbia, Uzbequistão e Rep. Dem. do Congo oferece espaço para avançar. No sorteio eliminatório, Portugal tem o talento para chegar longe — mas vencer o título requer a peça de coesão que as seleções portuguesas mais talentosas historicamente faltou.
Azarões: Marrocos, Japão e além
Marrocos, semifinalista histórico no Qatar 2022, é o azarão mais credível deste torneio. Com o mesmo sistema defensivo sólido e transições rápidas que derrotou grandes seleções em 2022, Marrocos no Grupo C ao lado do Brasil é o confronto mais intrigante da fase de grupos. O Japão, que eliminou a Alemanha e a Espanha em 2022, é uma ameaça real em qualquer fase eliminatória. Uma surpresa africana ou asiática chegando às semifinais não seria mais surpreendente do que foi 2022 — o torneio de 2026 apenas tem mais oportunidades para isso acontecer.
Marrocos, semifinalista histórico no Qatar 2022, é o azarão mais credível deste torneio. Com o mesmo sistema defensivo sólido e transições rápidas que derrotou grandes seleções em 2022, Marrocos no Grupo C ao lado do Brasil é o confronto mais intrigante da fase de grupos. O Japão, que eliminou a Alemanha e a Espanha em 2022, é uma ameaça real em qualquer fase eliminatória. Uma surpresa africana ou asiática chegando às semifinais não seria mais surpreendente do que foi 2022 — o torneio de 2026 apenas tem mais oportunidades para isso acontecer.